Hoje
vou a VI RA de Brasília, PLANALTINA, fundada em agosto de 1.859, mas só recebeu
o nome de Planaltina em 14 de julho de 1.917, Planaltina significa Coração do
Planalto Central.
Planaltina
é uma cidade de grandes atrativos turísticos e um desses atrativos é o morro da
Capelinha.
O morro
da Capelinha tem uma subida com 1 km, onde se revive as 15 estações da via
sacra revivendo com cerca de 1.400 atores representando o julgamento, morte e
ressurreição de Jesus Cristo.
A
beleza dessa cidade está em uma história belíssima com seus casarões do século XVIII,
igreja centenária e ruas estreitas.
A cidade
de Planaltina é conhecida por alguns com o nome de Mestre d’armas em homenagem
a um ferreiro da região muito bom em consertar armas, foi criada pela lei nº 03
da Assembleia Provincial de Goiás no município de Formosa e fundada em agosto
de 1.859, em 1.892 com a vinda da Comissão Cruls, estudando a possível
instalação da Capital Federal no Planalto Central, o Presidente da República Epitácio
Pessoa baixou o decreto 4.494/18/01/1.922 que determinou o assentamento da
Pedra fundamental onde seria construída
a futura capital brasileira.
Diz-se
que um fazendeiro para pagar um voto a São Sebastião (livrou-os de uma epidemia
que assolava sua fazenda), construiu uma capela e colocou dentro uma imagem (vinda
de Portugal) do Santo de sua devoção, diz-se que a igreja mantém as mesmas
características da primeira igreja de taipa feita na época do pago dos votos.
No muda,
muda de nomes chamou Mestre D’Armas, Alta Mir, Vila Santa Luzia, Formosa, Vila
de Formosa e ali foi instalado o posto de cobrança fiscal estadual e federal,
onde foi colocada a pedra fundamental de em um morro com mais de cem anos da
cidade.
Em 14
de julho de 1.917 pela lei nº 451, passou a Chamar Planaltina, que quer dizer
coração do Planalto Central.
Os
moradores que serviram de guias para Floriano Peixoto (presidente), Luis Cruls
(astrônomo), os pesquisadores que vieram para delimitar o Planalto Central no sertão
goiano (cerca de 14,4 mil m²), foram João Gomes, Carolino de Souza e Viriato de
Castro. Desde então mudou a economia local, pois surgiram ali empresas
habitacionais, hidrelétrica e levou a cidade a se desenvolver rapidamente.
Hoje a cidade conta com mais de
200.000 habitantes.
Como Brasília foi decretado um limite
territorial, na sua inauguração, em 1.960 ficou parte de Planaltina fora do limite
da capital, logo foi desmembrada em duas partes, a antiga sede ficou dentro do
limite do DF e a outra parte do município ficou fora do quadrilátero do DF,
continuou a pertencer ao estado de Goiás que é chamada de Planaltina de Goiás
ou Brasilinha.
Planaltina é dividida em: Área Central
(educação, recreativa, cultural, oficinas e hospitalar), setor tradicional. Vila
Buritis (SRL Setor Residencial Leste), Jardim Roriz (SRN Setor Residencial
Norte), Vila Nossa Senhora de Fátima (SRO Setor Residencial Oeste), Estâncias, Araponga
(tem uma subadministração devido ao tamanho da população), Vale do Amanhecer (também
tem uma subadministração devido ao tamanho da população), Vila Vicentina, Pipiripau, Área Leste e Área
Rural.
A economia gira em
torno de cerca de 4 mil empresas, varejistas, comércio de rua, oficinas e
feiras.
Ainda destaca uma cede da UNB construída
em 2.006, a vida rural desde antes da fundação com carros de boi e plantios de
vegetais e sementes (seriais), um museu no setor tradicional da cidade, festas
religiosas (turismo) e ainda mantém em meio à modernidade a beleza do antigo e
o moderno em um contraste que conseguiu valorizar seu esplendor, o que
diferencia de outras cidades do DF.
No turismo
religioso em: A festa do divino
espírito santo na cidade realizada desde 1.880 realizada na páscoa, na via
sacra na sexta-feira da paixão no morro da Capelinha desde 1.971, praças, artesanatos,
museus, equipamentos culturais e históricos que movimenta turisticamente a
economia local.
Conta com
62 instituições de ensino públicas; instituições de ensino superior pública (UNB,
IFB, colégio Agrícola, CEP-ETSP e Médiotec).
Planaltina
tem ruas estreitas e casarões do séc. XIX em perfeito estado de conservação, a
igreja se São Sebastião com mais de 200 anos construída por escravos tornando o
centro histórico da cidade.
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